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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

50 COISAS BOAS DA VIDA:

1. Apaixonar-se.
2. Rir tanto até que as faces doam.
3. Um chuveiro quente num Inverno frio.
4. Um supermercado sem filas nas caixas.
5. Um olhar especial.
6. Receber correio (pode ser electrónico......)
7. Conduzir numa estrada linda.
8. Ouvir a nossa música preferida no rádio.
9. Ficar na cama a ouvir a chuva cair lá fora.
10. Toalhas quentes acabadas de serem engomadas...
11. Encontrar a camisola que se quer em saldo a metade do preço.
12. Batido de chocolate (baunilha ou morango)
13. Uma chamada de longa distância
14. Um banho de espuma
15.Rir baixinho.
16. Uma boa conversa.
17. A praia
18. Encontrar uma nota de 20 euros no casaco pendurado desde o último Inverno.
19. Rir-se de si mesmo.
20. Chamadas à meia-noite que duram horas.
21. Correr entre os jactos de água de um aspersor.
22. Rir por nenhuma razão especial.
23. Alguém que te diz que és o máximo.
24. Rir de uma anedota que vem à memória.
25. Amigos.
26. Ouvir acidentalmente alguém dizer bem de nós.
27. Acordar e verificar que ainda há algumas horas para continuar a dormir.
28. O primeiro beijo...
29.. Fazer novos amigos ou passar o tempo com os velhos.
30. Brincar com um cachorrinho.
31. Haver alguém a mexer-te no cabelo.
32. Belos sonhos.
33. Chocolate quente.
34. Fazer-se à estrada com os amigos.
35. Andar de baloiço.
36. Embrulhar presentes sob a árvore de Natal comendo chocolates e bebendo a bebida favorita.
37. Letra de canções na capa do CD para podermos cantá-las sem nos sentirmos estúpidos.
38. Ir a um bom concerto.
39. Trocar um olhar com um belo/a desconhecido/a.
40. Ganhar um jogo renhido.
41. Fazer bolachas de chocolate.
42. Receber de amigos biscoitos feitos em casa.
43. Passar tempo com amigos.
44. Ver o sorriso e ouvir as gargalhadas dos amigos.
45. Andar de mão dada com quem gostamos.
46. Encontrar por acaso um velho amigo e ver que algumas coisas ( boas ou más) nunca mudam.
47. Patinar sem cair.
48.Observar o contentamento de alguem que está a abrir um presente .
49. Ver o nascer do sol.
50. Levantar-se da cama todas as manhãs e agradecer outro belo dia.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Chiara Castellani

“Não mudaria minha vida por todo o ouro do mundo”. Chiara Castellani é uma mulher feliz, e não o esconde. E são palavras que chegam directamente ao coração, quando você pensa que quem as pronuncia é uma missionária leiga, de 47 anos, na África dos esquecidos. Única médica para 100 mil habitantes em uma área de 5 mil quilómetros quadrados, há dez anos, Chiara é responsável por um pequeno hospital, perdido nas savanas do Congo, abandonado pelos belgas, onde faltam água e luz eléctrica.
Uma médica especial, que faz as cesarianas com a mão esquerda, ajudada por enfermeiros locais, porque, em lugar do braço direito, usa uma prótese, desde que, em Dezembro de 1992, o jipe em que viajava tombou e o braço foi esmagado pelo peso do veículo. Mas Chiara continua sendo uma mulher feliz.
Não sabe onde se encontra o desespero: “Deus achou por bem me salvar, para que eu continue a sonhar junto com Ele e com quem tenha uma só esperança, a de ser amado pelo Pai dos últimos e dos oprimidos”.
Chiara não oculta sua fé, mas não gosta de ostentar sua obstinada confiança em Deus: “O meu não é um abandonar-me passivo – diz – mas um entregar-me”.
Carrega um tau franciscano de madeira, mas repete: “A cruz não é de quem a carrega no pescoço, mas daqueles que morrem nela”.
UMA BATALHADORA IRREDUTÍVEL
Chiara Castellani é uma mulher feliz, embora, aos olhos do mundo, seja fracassada e sua vida tenha enfrentado uma série de derrotas, que fizeram dela uma incurável “perdedora”.
Estudou ginecologia: “gostava da ideia de fazer nascer crianças”, mas se converteu, a contragosto, em cirurgiã de guerra, chamada a amputar membros, extrair balas, recompor cadáveres.
Cheia de ideais e de entusiasmo, Chiara partiu para a Nicarágua, na década de oitenta, junto com o marido: um companheiro de vida e de sonhos, que, alguns anos depois, abandonou-a por causa de outra mulher. Um golpe duríssimo para Chiara, que passou meses de angústia e de incerteza. Sonhava ajudar os outros e se via como um “pássaro com uma asa só”.
Mas ela lembra as palavras do bispo italiano dom Tonino Bello: “Deus criou os anjos com uma asa só, para que voassem abraçados.
Assim aconteceu comigo: desde que fiquei mutilada, encontrei ao meu redor uma série de pessoas que me ajudaram e se tornaram meus anjos”. Como ela, no hospital de Kimbau trabalham seis pessoas deficientes, das quais duas com problemas mentais. Um ex-alcoólatra prescreve as receitas. A cada curva de seu singular itinerário, a vida marcou-a no corpo e no rosto.
Ao longo dos anos, Deus foi-lhe pedindo uma fidelidade que custou caro: Chiara viu seus companheiros de caminho caírem sob os golpes dos contras na Nicarágua; ou serem mortos pelos mercenários congoleses, como o doutor Richard.
Quando foi preso, Chiara tentou se opor “com a única arma desde sempre disponível a nós, mulheres: as lágrimas”. É realmente difícil permanecer fiel a um Deus assim.
Não é de se admirar que ela, em Março de 1985, tenha escrito da Nicarágua: “Eu não creio em Deus. Espero só que Ele exista, mas que não tenha, também ele, zombado de mim!”. Mas Chiara sempre recomeçou sua aventura, apostando em Deus e num grupinho de fidelíssimos amigos e companheiros de batalha. Recomeçou exactamente do ponto que parecia ter-se transformado na sepultura de seus sonhos.
Porque, se há uma coisa à qual Chiara não sabe renunciar, é a sede de futuro, a vontade de construir um mundo melhor em nome do evangelho: “Podem nos tirar tudo, despojar-nos de qualquer direito, mas não nos podem tirar o direito de sonhar. E, na África, vi que os sonhos, até os mais ousados, se realizam”.
ALÇANDO VÔOS, “COM UMA ASA SÓ”
Chiara está realizando um desses sonhos: acender uma lâmpada em Kimbau. Por isso, nos meses passados, enfrentou um “tour de force” pela Itália, encarando uma série de entrevistas e encontros, apesar de que ela – pela própria história e formação – prefere falar através de fatos.
Em qualquer lugar por onde esteja, ela não se esquiva de dar voz aos pobres, à custa de lançar acusações candentes: aponta o dedo contra “o direito à saúde, negado na África pelas lógicas comerciais”; chama de sepulcros caiados “aqueles políticos que recebem a Eucaristia e, com as mesmas mãos, dão seu voto para a guerra”; denuncia as dolorosas cumplicidades da media, que se mantém em silêncio sobre os milhares de horrores perpetrados na África.
O que impressiona é o estilo com que Chiara se move: quando a escutamos atacar o Banco Mundial, percebemos em nossa frente não uma activista de generalidades, e, sim, uma pessoa que aposta sua própria vida, e que não se arrepende de agir assim. Portanto, embora defenda posições radicais, está a anos-luz dos “raivosos contra o sistema”.
Dela, um jornal italiano escreveu: “É uma mulher de fé, que nunca se conformou com uma fé qualquer”.
Teimosa na sua doçura, Chiara está vendo a realização de seus sonhos: no início de 2005, água e energia eléctrica não serão mais apenas uma miragem em Kimbau. Outro sonho está tomando forma na sua diocese, Kenge: uma caminhada de formação para os direitos humanos, para educar as novas gerações do Congo ao protagonismo e à responsabilidade.
Um sonho que Chiara partilha fortemente com o bispo, dom Gaspard Mudiso, nas mãos do qual, no dia 25 de Agosto de 2002, entregou-se, quando se dirigiu a Deus, dizendo: “Prometo viver na pobreza e na obediência, para servir o Teu povo. Ajude-me. Eu pus minha esperança na tua graça, Senhor, ajude-me a identificar minha vida com a de Jesus Cristo”. Um voto de obediência que muito lhe deve ter custado. Chiara está bem longe de ser uma católica pacífica, aquele tipo humano que, muitas vezes, a hierarquia utiliza como mão-de-obra dócil, desprovida de personalidade.
Chiara é de outra matéria: crescida nos anos de contestação, refere-se a si mesma: “Sempre fui fiel à Igreja, mas nunca fui servil”. Quando tem que apostar a própria vida, faz pelo Evangelho e pelos pobres. Sem meio-termo. Há vinte anos, havia jurado eterna fidelidade a um homem que, depois, a traiu. Mas quando se refere a ele, ainda hoje, utiliza palavras de inesperada ternura. Agora optou pela própria entrega à comunidade de Kenge e a seu bispo. Por quê? “Pelo desejo de pertencer, de maneira integral, aos pobres. Quero obedecer a meu bispo, como um protesto aos abusos dos poderosos”.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Lx 96.6 - M80

A Rádio para quem cresceu com as músicas dos anos '70, '80 e '90. Memórias do Rock, Elvis, The Doors, INXS, Eurythmics, Wet Wet Wet, Spandau Ballet, Bryan Adams, Paul Young, Guns 'n Roses, e tantos outros que acompanharam a nossa juventude (mais jovem) e os nossos amores e desamores!...

Lovely!

http://m80.clix.pt/

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Festas de Samora - 13.08 a 18.08 de 2009

Começaram ontem as festas anuais de Samora Correia em honra de Nª Senhora da Oliveira e de Nª Senhora de Guadalupe, com largadas de toiros, procissões, sardinhada e vinho a rodos, cavaleiros e cavalos engalanados passeando pelas ruas da cidade, muito bailarico e afins. As minhas faenas só a cravar as molas da roupa no estendal, mas à beira de casa a raça preta mostra bem a bravura e a beleza natural que a caracteriza. O Ribatejo apaixonado apaixona e deslumbra em cores e luz. O rio acompanha o festim e nas margens do Almansor os jovens fazem a sua "night". No largo da Companhia das Lezírias enterro-me até às orelhas em areia ali acamada para travar os bois. O trocadero rojo e as mantas típicas nas janelas completam o cenário. Aqui não há medos. Aqui há maiorais e campinos, velhinhas rijas e criancinhas que se empinam nos cavalos. Aqui há homens e mulheres que conhecem o trabalho dos campos, a quem a "debulhadora" não matou. Aqui há Portugueses!

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Lisboa em Agosto...

é quase a melhor cidade do mundo - sem "lisboetas" deprimentes!

Hoje a luz é de uma beleza e serenidade inconfundíveis - o Tejo faz magia.

Até as obras da Brisa na A1 estão a correr espectacularmente, aliás como nunca vi: biséis muito bem executados (segurança máxima!), sinalização correcta, trafficlamps a funcionar... tudo by the book. Resultado: anda-se devagarinho mas sem paragens.

A minha cidade retorna sempre em Agosto...

Nota 1: Grande iniciativa dos 31 da Armada! Darth Vader forever!
A esquerda jacobina, maneirinha, histérica, com tiques pidescos, veio logo a terreiro condenar a blasfémia... Os símbolos nacionais não morrem nunca, seus pseudo-intelectualóides de trazer por casa! Moita Carrasco!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Have my hug

It has been proved that showing affection strengthens growth and positive development in people. We all need physical contact to feel good, and one of the most important ways of physical contact between two people is hugging. Who does not need cuddles in this society that is becoming ever colder, more competitive, that compels us to be more individualistic, more personal-goal oriented...? When we hug, we receive an energy feedback. We bring life to our senses and reaffirm the trust in our senses. Sometimes we CANNOT find the right words to express how we feel, and then hugs are the best way to say it. We need four hugs a day to survive, eight to preserve ourselves, and twelve to grow. A hug makes you feel good. The skin is the biggest organ we have and it needs a lot of love. A hug can cover an extensive part of the skin and provides the massage you need. It is also a way to communicate. It can convey messages for which you have no words. We can always resort to the universal language of hugs. The Power of HugsHugging achieves many things that you might never have imagined. For example:
It feels good
It dissolves solitude
It defeats fear
It opens the door to sensations
It improves self-esteem (wow, he or she wants to hug me!)
It encourages altruism (I can't believe it, but I want to hug that person)
It delays aging (those who hug age more slowly)
It helps reduce appetite (we eat less when we are nourished with hugs and when our arms are wrapped around others) More benefits from hugs:
It is environmentally friendly (it does not damage the environment)
It preserves energy
It is portable and requires no additional machinery
It does not require a special place to do it (an adequate place to hug)
In any place such as a conference room, a church or a football field
It makes happy days even happier
It gives us a sense of belonging
It fills the void in our lives
It is still effective even after the hugging has finished
It strengthens and increases our ability to share
It harmonizes the hearts of friends Hugging creates some form of addiction to tenderness, to altruism, to happiness...Just as laughter, it is highly contagious! Whatever your hug may be, let it always come from the heart, not from the mind.Come up with new ways of hugging.Give your hugs interesting or funny names.Become a full-time "hug therapist."Be always ready to offer a hug to someone.Observe the other person and always be careful of his or her personal space.Do not try to impose your vision or philosophy on others.A hug does and says very much.
Hug your friend, your loved one, your kids, your parents, your pet...

(extraído do FACEBOOK)

terça-feira, 14 de julho de 2009

Alentejo quando cantas...

“Passei a 4ª feira em Viana, e vim à noite para a Vidigueira. Ontem, 5ª feira, trouxeram em procissão da vila para aqui a imagem de Nossa Senhora das Relíquias, que tinha ido desta igreja do convento para a igreja da freguesia a pedir chuva. Não se imagina o que são estas procissões do Alentejo, que eu nunca tinha visto. 5 ou 6 mil pessoas acompanham os guiões e o andor, vestidas de festa e atirando foguetes. Toda essa gente canta em coro durante todo o percurso da procissão. Perdi todas as ilusões que tinha a respeito da superioridade da música coral do Minho. Os alentejanos são muito mais músicos do que os minhotos. Os homens quando cantam em grupos de cinco ou seis põem logo em combinação os seus diversos timbres de baixos, barítonos e tenores e tiram efeitos de terceto. Os cânticos em coro são lindíssimos. Ontem com a igreja, que é grande, apinhada de gente, o coro de todas as vozes parecendo fazer um balanço de onda do altar-mor até à porta do fundo, era de um efeito inesperado e profundamente comovente pela música e pela devoção de toda a gente. Ontem fizeram a festa da despedida da Senhora na vila. Hoje é que é a festa aqui com missa cantada, sermão, ladainha e arraial na quinta. A decoração do adro com bandeiras e festões de murta e um arco foi dirigida por mim. Aqui, realmente, não se pode estar melhor.”

(Ramalho Ortigão, em carta a sua mulher, datada de uma sexta-feira de 1888)

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Condecorado

Os meus parabéns ao meu bastonário Engº Fernando Santo pela sua condecoração hoje com o grau de Grande Oficial da Ordem do Mérito, no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, atribuída por sua Exª o Presidente da República. Sem qualquer sombra de dúvida que este Homem a merece pelo excelente trabalho que vem desempenhando desde 2004 à frente da Ordem dos Engenheiros, e, sobretudo, pela batalha (ganha) da redignificação da profissão.

Muito grata,

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Dr. Sousa Martins - Português Ribatejano Médico Santo

O Dr. Sousa Martins de seu nome de baptismo José Tomás de Sousa Martins, nasceu em Alhandra a 7 de Março de 1843, e faleceu em Agosto de 1897.

Desde cedo sua vida não foi fácil, e bastante jovem foi viver para Lisboa. Empregou-se como marçano na Farmácia Ultramarina, propriedade de um tio seu, sita na Rua de S. Paulo, em Lisboa, e que ainda hoje existe. Tornou-se exímio manipulador de produtos naturais e de praticante de farmácia chegou a farmacêutico. Após o curso de Farmácia, tirou o de Medicina, e em poucos anos tornou-se uma das figuras mais marcantes do século XIX.

Foi professor catedrático da Universidade Nova de Lisboa. Grande professor, tanto pelo seu saber, quanto pelo lado humano que transmitia, pelos seus alunos era muito estimado e mesmo venerado. A estes ensinou que: “Quando entrardes de noite num hospital e ouvirdes algum doente gemer, aproximai-vos do seu leito, vede o que precisa o pobre enfermo e, se não tiverdes mais nada para lhe dar, dai-lhe um sorriso.” Mesmo depois da sua morte, as suas lições, coligidas, eram referência obrigatória.

Foi um dos médicos mais prestigiados de Portugal, tendo ficado famoso pela sua luta contra a tuberculose. Cientista prestigiado, desfrutou de projecção internacional pelo estudo da tuberculose e das doenças nervosas.

Dedicou-se à medicina, física, química, botânica, zoologia, cirurgia, literatura, poesia, filosofia, história e oratória.
Defendeu a construção de sanatórios, afirmando que a zona da serra da Estrela era propícia ao tratamento da tuberculose. Por isso, o primeiro sanatório construído nas Penhas da Saúde, por iniciativa de Alfredo César Henriques se chamou Sanatório Sousa Martins.
A luta contra a tuberculose expunha-o à doença, nos contactos diários e directos com os doentes terminais. Detinha-se junto deles, a amenizar-lhes o medo. Muitos morreram de mãos entre as suas, alguns viram-lhe auras estranhas sobre os cabelos.

O Dr. Sousa Martins foi atacado pela tuberculose. Alguns dizem que querendo evitar o seu próprio sofrimento, suicidou-se em 1897. Outros dizem que faleceu de morte natural, tendo como prova disso a sua certidão de óbito. Os seus restos mortais repousam no cemitério de Alhandra.
Ao tomar conhecimento da morte do Dr. Sousa Martins o rei D. Carlos disse: “Ao deixar o mundo, chorou-o toda a terra que o conheceu. Foi uma perda irreparável, uma perda nacional, apagando-se com ele a maior luz do meu reino”.

Acerca do Dr. Sousa Martins, o prémio nobel Egas Moniz disse: “Notável professor que deixou, atrás de si, um nome aureolado de prelector admirável, de clínico, de orador consagrado, sempre alerta nas justas da Sociedade das Ciências Médicas.”

O escritor Guerra Junqueiro definiu-o como um “Eminente homem que radiou amor, encanto, esperança, alegria e generosidade. Foi amigo, carinhoso e dedicado dos pobres e dos poetas. A sua mão guiou. O seu coração perdoou. A sua boca ensinou. Honrou a medicina portuguesa e todos os que nele procuraram cura para os seus males”.

Reputado médico e cientista, Sousa Martins chegou a todas as camadas da sociedade. Após a sua morte, tanto o meio académico, quanto a população tornou-o numa figura muito venerada. Tendo sido construído o Museu Sousa Martins na sua terra natal.

Dr. Sousa Martins não é apenas um nome de médico. Muitos o consideram um santo e dizem que opera milagres. Amigo dos pobres, desamparados e doentes, o Dr. Sousa Martins deu origem a um extraordinário culto em Portugal. Em Lisboa ou na Guarda, as suas estátuas são visitadas diariamente por devotos que ali depositam flores, objectos em cera e velas. A ele são pedidas graças, a ele são pedidas inúmeras intervenções divinas.

Dia Mundial do Ambiente

Sem pseudo-ambientalismos - considero-me uma ecologista pragmática - comemorámos hoje com uma deslocação de metro e a pé ao melhor restaurante veggie da zona de Sete-Rios: Green Pepper, que recomendo vivamente a todos, incluindo aos carnívoros mais assanhados.

http://www.greenpepper.com.pt/

segunda-feira, 25 de maio de 2009

A13 – Marateca / Almeirim (2003/2004)

De entre várias A's, esta foi a que deixou as marcas mais felizes… experiências, amizades, um verão escaldante, muita poeira, grandes almoços, de bicicleta até ao estaleiro ou de patins no asfalto a inaugurar, uma lágrima quando pela primeira vez passei após inaugurada, gado bravo à solta no aterro, pontes que nascem no “deserto”, grandes máquinas de terras, o meu patrol atascado e a bulldozer a puxar… Que saudades! Passei por lá agora e continua quase “virgem” como quando a deixei – pouco trânsito ou nenhum quero eu dizer! Os corvos multiplicam-se e gregariamente ocupam a faixa de rodagem. O sol reflecte nos arrozais. As cegonhas regressam aos seus ninhos e as boieiras acompanham os animais de pasto. Incansavelmente belo… antes e depois.


terça-feira, 19 de maio de 2009

Mais Ribatejo


  • Coruche - Capital Mundial da Cortiça / FICOR 2009 - Feira Internacional da Cortiça - 29 a 31 de Maio



  • Santarém - 46ª Feira Nacional de Agricultura / 56ª Feira do Ribatejo - 6 a 14 Junho


quinta-feira, 14 de maio de 2009

Desmistificando...

Um pára-choques é... isso mesmo, uma coisa que pára um choque! Escrevo estas linhas a propósito do drama vivido estes dias por uma colega que alegadamente bateu no dito de um A4, propriedade de um senhor muito do chico esperto e que lhe quis sugar de imediato 150 Euros para fazer o arranjo na oficina do pai, mas que se fosse pelo seguro que ia mandar por na marca - ora daqui conclui-se que o pai não é grande espingarda em bate-chapas!
Pois eu sempre que tenho um carro novo acontece logo um disparate qualquer: ou me batem, ou eu raspo! Bendito pára-choques que para isso lá está, e é feito de material amortecedor, diferente do resto da carroçaria, tal como nos carrinhos de choque. Assim sendo impõem-se a pergunta: porquê que assim que há um cisquinho a maioria das almas quer logo trocar de pára-choques? Não é um desperdício de dinheiro, tempo, e recursos - a mal do planeta que já está tão esgotado?! IRRA que idiotice! Pois eu, não troco nem mando para arranjo. O carro vale pelo "coração" que tem lá dentro - o meu é uma bomba, agora o do A4 já duvido!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

A Ginja Real como motor de mudança do paradigma mental português

Trouxe para casa no passado FDS umas preciosas gotas deste néctar da bela Cidade de Ourém, condado de S. Nuno de Santa Maria.
Não, não estou a apelar ao consumo de álcool (e este é bem puro, nada de misturar aguardente!), mas sim a uma beleza sensorial que desperte a inteligência e a vontade…
É toda uma tradição artesanal engarrafada que mostra o que de bom e escondido tem este nosso Portugal.
Dois dedos à noite, depois do jantar (que se quer leve!) e que soninho santo…
De manhã, prontos para enfrentar os estouvados "lisboetas" como iluminados búdicos.