
A Ovelha Choné é Hilariante! Recomendo a todos, especialmente aos botas-de-elástico, mangas de alpaca, e demais mal-humorados...
Trata-se de verter para a teia global as inquietações, pensamentos e estados de alma de alguém que, profundamente decepcionado, não deixa de lutar com esperança e optimismo por um mundo melhor. Fotografia de Marcos Moreno (www.olhares.com)



Entenda-se pato bravo como empreiteiro de vão de escada que invariavelmente cria um império na construção até este se transformar em sede política ou, muito convenientemente, falir. As escolhas recaem invariavelmente em carros alemães. Nos anos 70-80 a Mercedes dominava; Nos anos 90 foi a BMW a mostrar a sua raça; Nesta 1ª década do Sec. XXI, temos a Audi (3, 4, 6) completamente descaracterizada nas mãos de homens e mulheres extremamente mal educados, vulgo bicho-careto. Curioso?! Agora vamos ver: sempre carros alemães porquê? A minha interpretação pessoal (onde é que eu já ouvi isto?) é que a Alemanha enquanto país de imigração representava o carro mais austero, bruto e até intimidatório de todos! Os franceses (renault, citroen) eram para a plebe, os italianos (fiat, alfa romeo) eram para maneirinhos; Os suecos (volvo, saab) eram para ricos sóbrios; Os japoneses (toyota, nissan, honda, mazda) eram para desportistas; Os ingleses (austin, rover) eram para uma pequena elite sem poder efectivo. And so on...
Caro JB,
Porque são dias em que alguém ou algo é celebrado ou porque se faz magia transtemporal e transespacial... Estranho?! Não, nada é estranho quando se acredita! Pois ontem foi um destes dias - o aniversário de um Amigo de longa data, e uma conversa a dois tempos com o meu pai e com o meu filho que se cruzou no ponto em que ambos manifestaram o seu profundo Amor que os une - avô e neto. Há coisas que não se explicam, mas que no nosso coração fazem todo o sentido!
Setembro foi cheio de alegria, e o Outubro vem com as promessas de frescura e de cheiros natalícios…!


... triste com as realidades que vou observando:
Ontem num semáforo da capital encontrei-me paralela a uma máquina de potência igual à minha, quando, decorridos alguns segundos – parecendo uma eternidade para quem já se sente o coelho do mundo de Alice atrás do espelho – dou por mim a apreciar distraidamente o "par" ao meu lado. Percebi que se tratava de um homem com muito bom ar – coisa raríssima em Portugal nos dias que correm – de traços nipónicos, bonito, ao volante de um carro alemão azulão. Ele olhou para mim, sorriu, e suponho que terá pensado algo como: europeia, interessante, ao volante de carro japonês. Senti-me nos ambientes de Marguerite Yourcenar e pensei como os contrários têm tanto para partilhar - línguas, culturas, crenças, filosofias, artes, Oriente / Ocidente, Norte / Sul, etc. - rumo à verdadeira globalização…